Marco Antonio Mendes
Tubarão

O Atlético Tubarão não será rebaixado da elite do futebol tubaronense, como deseja o Guarani, que entrou com uma ação contra a Federação Catarinense de Futebol. A diretoria do clube de Palhoça alega que o Atlético Tubarão entrou em campo com o atleta Bruno Andrade irregular, no início da primeira fase do Campeonato Catarinense da Divisão Principal.
Com isso, o clube tubaronense seria punido e perderia seis pontos da classificação geral, o que o levaria ao rebaixamento. O representante de Palhoça, por sua vez, ficaria em seu lugar.

No entanto, conforme o supervisor de futebol do Atlético Tubarão, André Mattos Barcelos, todos os documentos e ofícios enviados à federação comprovam que o atleta não entrou em campo de forma irregular.
Na relação de atletas que possuíam contrato em vigor com o clube na época das disputas, o jogador Bruno Andrade teve o seu registro oficializado no dia 17 de janeiro pela Federação Catarinense de Futebol, sendo que o Atlético somente começou a jogar no dia 19, contra o Marcílio Dias.

O que o Guarani alega é que o jogador foi registrado somente no dia 11 de fevereiro na Confederação Brasileira de Futebol (CBF), ou seja, bem depois do início do Estadual.
Bruno deveria ter sido registrado pela federação na CBF logo após o registro feito pelo Atlético. Conforme o supervisor de futebol, algum erro dentro da federação impossibilitou que isto fosse feito antes.

“Assim mesmo, isso não muda nada, porque era um campeonato estadual e o registro competia à Federação Catarinense, e não à CBF. Ele estaria irregular se tivéssemos jogado uma partida nacional”, explica André.
O atleta Bruno Andrade também não ficou por muito tempo no clube. Ele jogou apenas quatro partidas e foi dispensado.