Flávia tem o sonho de ir para a São Silvestre. Ela relata que consegue se superar a cada treino e tudo torna-se encantador. - Foto: KBS Assessoria/Divulgação/Notisul.
Flávia tem o sonho de ir para a São Silvestre. Ela relata que consegue se superar a cada treino e tudo torna-se encantador. - Foto: KBS Assessoria/Divulgação/Notisul.

Tubarão

A corrida conquista. Cada atleta que sai para as ruas ganha os quilômetros, tem o seu motivo especial para estar ali, supera os seus limites. Flávia Nunes, moradora de Capivari de Baixo, começou a prática por incentivo do esposo e encontrou na atividade o ânimo para os seus dias.

“Ele queria me ensinar a correr, tirar-me do sedentarismo e dos vários remédios que tomava. Aí participei da minha primeira corrida e me apaixonei pelas pessoas, pela energia, pelo encontro de colegas do bem que ali estavam. Larguei minhas medicações e entrei nessa vibe maravilhosa, o mundo das corridas”, conta animada.

Entretanto, em 2013, uma lesão tirou Flávia do esporte. Ela tem artrose no quadril e precisou parar com a prática. No fim do ano passado, a atleta conseguiu retornar e aliou os treinos de fortalecimento muscular e planilhas de corrida com o professor Peter da Rosa, da Assessoria Esportiva Run4health, de Tubarão. “Passei por profissionais maravilhosos e estou retomando aos meus treinos. O Peter é um grande incentivador. Muitas vezes não acredito em mim, mas ele crê e isso me move”, revela.

Entre as corridas mais marcantes de Flávia está a do Beto Carreiro, que ela classifica como fantástica. A atleta é adepta às curtas distâncias. Ela afirma que os percursos de cinco quilômetros são suficientes para renovar as suas energias e mantê-la viva.

Peter e Flávia iniciaram 2016 com um objetivo final em mente: a disputa da Corrida de São Silvestre, uma das mais tradicionais corridas de rua do mundo. A prova reúne milhares de pessoas pelas ruas de São Paulo e fecha o ano com chave de ouro para muitos corredores.