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Esportes

Catarinense: Tentando evitar crise, Peixe encara o Criciúma

Jogo no Heriberto Hulse está marcado para as 19h

Publicado em 27/01/2019 11h57

Catarinense: Tentando evitar crise, Peixe encara o Criciúma

A derrota para o Marcílio Dias, na última quinta-feira, deixou o Atlético Tubarão em situação delicada. Além de cair para a lanterna do Campeonato Catarinense, o time teve que lidar com os protestos da torcida, que gritou ‘vergonha’ após o jogo, além de possíveis problemas extracampo, evidenciados em entrevistas após o jogo. Além disso, na tarde desta sexta-feira, o clube não realizou a tradicional coletiva pré-jogo. 


Mas como o futebol é dinâmico, a situação pode mudar completamente neste fim de semana. Uma vitória sobre o Criciúma, neste domingo (27), às 19h, no Estádio Heriberto Hülse, pode deixar o Peixe até mesmo perto da zona de classificação para a semifinal. Por isso, o jogo é tratado como decisão.


O técnico Silas só deve confirmar a equipe momentos antes do jogo. A única confirmação é a ausência do atacante Tilica. Destaque do Peixe nos primeiros jogos do Catarinense, o jogador se lesionou no segundo tempo da partida diante do Marcílio Dias e só deve voltar a campo em março.


Segundo o técnico Silas, mais importante que o treino, é dar confiança aos atletas. “Agora a gestão do grupo é mais importante até que o (treino) técnico. Tem que dar moral. Se eu baixar os braços, eles também baixam. Temos mais um jogo dificílimo no domingo, contra o Criciúma”, explicou o treinador, ainda na noite da última quinta-feira.


Time indefinido


Com um time indefinido, quem pede passagem é o atacante Edno. O experiente jogador deu uma nova cara ao Atlético Tubarão quando entrou no segundo tempo da partida contra o Marcílio Dias. Mesmo assim, desabafou ao final da partida.


“Temos que trabalhar cara. A equipe vem lutando. A torcida faz certo em protestar. Pegamos uma equipe bem qualificada. Levamos os gols. Quem entrou, deu o máximo, mas tomando 2 a 0 fica difícil. Tem que trabalhar, erguer a cabeça porque o campeonato é longo. Eu estou preparado. É uma opção do treinador (a reserva) e tenho que respeitar. Depois da minha lesão eu já estou 100%. Mas se o treinador não quiser me colocar, não posso fazer nada”, afirmou em entrevista.


Já o técnico Silas destacou que Edno torceu o tornozelo na quarta-feira, e era dúvida até para o banco. “A ideia era entrar com ele no intervalo. Eu perguntei para ele quando  chamei: ‘você está bem?’. Perguntei três vezes. Eu sei o que o Edno é importante para o time. Nesses jogos, os jogadores cascudos precisam estar dentro de campo”, destacou o comandante.


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