Vanderlei Castilho Pires completará 33 anos como colaborador da FTC e possui dois filhos que seguem os seus passos. Um deles é Juliano Correa Pires (foto), que há oito anos atua na área de mecânica da companhia. Foto: Plantão Assessoria/Divulgação/Notisul
Vanderlei Castilho Pires completará 33 anos como colaborador da FTC e possui dois filhos que seguem os seus passos. Um deles é Juliano Correa Pires (foto), que há oito anos atua na área de mecânica da companhia. Foto: Plantão Assessoria/Divulgação/Notisul

Tubarão

A atividade ferroviária tem sido fundamental para o desenvolvimento econômico e estrutural de diversas regiões do país e do mundo. Seja no transporte de cargas ou passageiros, as ferrovias têm, até hoje, destaque como forma segura e de melhor custo/benefício em relação a outros modais.
Nesta segunda-feira, Dia do Ferroviário, o sul de Santa Catarina tem a data marcada pelo nascimento, em 1884, da companhia Donna Thereza Christina. Ontem e hoje, a empresa é um dos marcos para o crescimento catarinense.

Desde 1997, quando foi privatizada, a FTC superou 38,6 milhões de toneladas transportadas, promoveu uma série de melhorias e aprimorou as operações, ao investir mais de R$ 84,2 milhões em modernização, infraestrutura, capacitação e programas de responsabilidade social.

Todo o progresso e humanização do setor foi possível devido ao envolvimento e determinação de pessoas, que acreditam na ferrovia como agente propulsora do desenvolvimento econômico e social do país. “São os ferroviários os responsáveis pelo sucesso da FTC”, destaca a gerente do departamento de gestão de pessoas, Eliane Maria de Souza.

Quando se fala em ferroviários, fala-se de peças importantes na história desse modal. A atividade ferroviária exige comprometimento, aperfeiçoamento e vocação. Mas, quem entra neste setor permanece por um bom tempo e a paixão por ser ferroviário atravessa gerações.

A história do maquinista Ernani Teixeira da Silva e do manobrador Jean Nascimento da Silva é um exemplo. Pai e filho mantêm, no dia-a-dia, acesa essa paixão de ser ferroviário.
“Não tem como não falar da ferrovia e não se emocionar”, fala Ernani. “A paixão pela profissão herdei de meu pai”, confessa Jean, para orgulho do pai coruja.