Tubarão

Verão é época de sol, praia, camarão ao bafo, água de coco e conjuntivite. O calor aliado à umidade é um “prato cheio” para a proliferação dos vírus e bactérias causadores de doenças. Mais incômoda do que grave, a conjuntivite é mais frequente em crianças, mas os pais acabam contaminados porque cuidam dos filhotes. É o caso da família do conferencista Rodrigo Gonçalves. Ele ainda está bem, mas as filhas Maria Laura, 13 anos, e Valentina Letícia, 8 meses, não param de lacrimejar.

Em geral, a conjuntivite tem dois agentes: um vírus ou uma bactéria. As formas virais são as que mais frequentemente são causas de epidemias. Já na forma bacteriana, colírios e pomadas são indicados (mas por favor, somente por um médico). “E, neste caso, se não tratadas, podem inclusive provocar cegueira. Em geral, a doença acomete os dois olhos e pode durar entre sete a 15 dias. A dica é cuidar da higiene”, recomenda a bioquímica Fabiana Trevisol.

Previna-se
• Lave com frequência o rosto e as mãos.
• Não compartilhe toalhas de rosto e banho.
• Troque as fronhas dos travesseiros diariamente enquanto durar a crise.
• Lave as mãos antes e após o uso de colírios e, ao usá-lo, não encoste o bico do frasco no olho.
• Não use qualquer tipo de maquiagem.
• Evite coçar os olhos (se fizer isso, lave bem as mãos).