Cratera nas proximidades do Neblina Motel, em Braço do Norte, preocupa os moradores. Buraco fica em uma região bastante povoada e movimentada. Obras emergenciais serão feitas.
Cratera nas proximidades do Neblina Motel, em Braço do Norte, preocupa os moradores. Buraco fica em uma região bastante povoada e movimentada. Obras emergenciais serão feitas.

Zahyra Mattar
Braço do Norte

As pistas que cederam na SC-438, em Braço do Norte, e na SC-439, em Grão-Pará, serão arrumadas nos próximos dias. Os dois locais foram devidamente sinalizados para evitar outros acidentes, como o ocorrido em Braço do Norte.

Uma pessoa, de bicicleta, voltava do trabalho à noite e caiu no buraco nas proximidades do Neblina Motel. A cratera fica em uma curva, tem aproximadamente quatro metros de largura por cinco metros de profundidade.

Engenheiros do Departamento Estadual de Infraestrutura (Deinfra) foram até os dois locais para avaliar a situação. Existe a possibilidade da cratera de Braço do Norte ser fechada já nesta semana, mas o prazo depende do aval do Deinfra.

Em Grão-Pará, o serviço é mais demorado porque parte da pista também cedeu. Neste caso, o prazo de realização da obra deverá ser um pouco maior. Igualmente o início depende de autorização do órgão estadual.

Recuperação sem data para sair do papel
• A reforma no trecho entre Tubarão e Gravatal, o pior de toda a extensão da SC-438, ainda não tem data para ser feita. O Notisul já havia antecipado esta informação na semana passada. A licitação para a obra foi finalizado no dia 9 de novembro do ano passado.

• A vencedora foi a empresa Coenco Engenharia e Construções, de Criciúma. Desde então, é esperada a entrega da ordem de serviço. O mesmo ocorre com a SC-100, entre a balsa de Laguna e o Camacho, em Jaguaruna, com um ramal para o Farol de Santa Marta.

• Neste caso, porém, a ordem de serviço foi entregue no dia 19 de dezembro do ano passado. Até o momento, as empresas vencedoras – a Construtora Setep, de Criciúma, para o trecho de asfalto, e a A. Mendes, de Gravatal, ao de lajotas – não montaram seus respectivos canteiros de obras.