Zahyra Mattar
Tubarão

Esperadas desde janeiro de 2009, os obras de microdrenagem na margem esquerda do Rio Tubarão ainda não começaram. A ordem de serviço foi entregue para a vencedora da licitação, a Coenco, de Gravatal, no dia 14 do mês passado. A projeção inicial era que os trabalhos começassem ainda em outubro.

Agora, um mês e quatro dias depois, ninguém sabe explicar o motivo do serviço não ter iniciado. O projeto visa a construção de 1,49 quilômetro de galerias pluviais, na região entre a BR-101 e o rio, além da implantação de 15 caixas de ligação e passagem d’água. O investimento será de R$ 3.933.318,69.
A segunda etapa da macrodrenagem, a construção de três estações elevatórias, ainda depende de licitação. E este é outra preocupação. A meta era ter lançado a concorrência no começo deste mês, mas o edital segue represado na Caixa Econômica Federal (CEF).

Sem esta liberação, não há como projetar quando a obra será licitada e quando começará. Uma concorrência sem percalços tem duração de 45 dias, aproximadamente. Matematicamente, se não houver agilidade, a ordem de serviço desta etapa não sai neste ano.
As duas obras são essencial para a prevenção de enchentes e, juntas, beneficiarão quase 30% dos habitantes (cerca de 28 mil), nos bairros Humaitá, Dehon, Morrotes, Vila Elisa e Centro.