Amanda Menger
Tubarão

A comissão técnica responsável pelo mapeamento aéreo de Tubarão recebeu um novo prazo para concluir os trabalhos: junho. O aditivo de prazo foi necessário porque o levantamento é feito com dados de satélite e, nos dias em que o equipamento passou pela região, a nebulosidade atrapalhou as fotografias. “A empresa pediu mais um tempo para fazer novas fotografias e isso é importante, porque o trabalho de outras comissões depende desse mapeamento feito por satélite”, explica o coordenador do núcleo gestor, Carlos Ghisland.

Além disso, o plano diretor sofre com o atraso da liberação de recursos do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (Dnit) para os municípios impactados com as obras de duplicação da BR-101. “Depois de muitas discussões, o Dnit acertou os valores e os repassou para a Companhia de Desenvolvimento do Estado de Santa Catarina (Codesc), que ficou responsável pela licitação e contratação das empresas que irão elaborar o texto da lei”, esclarece.

A abertura das cartas com as propostas das empresas ocorreu em fevereiro. Das dez empresas, quatro entraram com recursos. “É preciso esperar o resultado da justiça para definir quais serão as vencedoras da licitação. Os municípios serão agrupados e uma empresa irá elaborar os planos destas cidades”, justifica. Serão seis lotes entre Biguaçu e Passo de Torres. O trecho de Tubarão também compreende Capivari de Baixo e Treze de Maio.