Dos 100 novos redutores de velocidade eletrônicos, dois são para a região. Um na SC-440, em Tubarão, e outra na 438, cujo trecho não foi definido.
Dos 100 novos redutores de velocidade eletrônicos, dois são para a região. Um na SC-440, em Tubarão, e outra na 438, cujo trecho não foi definido.

Zahyra Mattar
Tubarão

Lamentavelmente, existem pessoas que irão comemorar a notícia, mas, para a preocupação da Polícia Militar Rodovia (PMRv), os redutores de velocidade, as chamadas lombadas eletrônicas, estão sem funcionar em todas as rodovias catarinenses. Pior: continuarão ‘fora do ar’ por prazo indefinido.

Em algumas, caso das instaladas na SC-438, em Tubarão e Gravatal, os sinais de alertam ainda funcionam, mas é isso. O equipamento não emite multa para quem passa acima da velocidade permitida. Um trabalho a mais para a PMRv, que precisa intensificar a fiscalização para evitar tragédias.
No total, hoje, 52 equipamentos deste tipo estão dispostos em pontos estratégicos nas principais rodovias catarinenses. Em 2006, o Departamento Estadual de Infraestrutura (Deinfra) abriu uma licitação para implantar outros 100. Um investimento de R$ 59,736 milhões.

No Deinfra, a concorrência terminou em 2008, em virtude de recursos interpostos pelas duas únicas habilitadas a concluir o processo (a licitação começou com cinco interessadas). Mas no Tribunal de Justiça a batalha entre a primeira e a segunda colocadas, o consorcio Perkons/TES e a Eliseu Kopp & Cia, respectivamente, está longe de terminar.
A primeira disputa entre as empresas terminou em dezembro do ano passado. O estado chegou a instalar 50 dos 100 equipamentos licitados. Deste total, 30 chegaram a funcionar por um breve período.
Mas houve nova contestação e a implantação foi suspensa. A decisão é do dia 14 do mês passado. Para evitar mais problemas, o Deinfra antecipou-se e desligou todos os equipamentos já instalados.