Tubarão

Na prática, as campanhas eleitorais sempre foram sinônimo de circulação de muito dinheiro. Por uma vaga, candidatos investem pesado em publicidade. Este ano, porém, o porquinho está magro para a maioria dos pleiteantes a cargos eletivos na câmara federal e na assembleia legislativa.

Os dados da segunda prestação parcial de contas à justiça eleitoral mostram que a maioria dos candidatos arrecadou e gastou pouco até agora. Claro que há exceções, mas são poucas.

Dos pleiteantes com domicílio eleitoral na Amurel e Amesg, o que mais investiu até o momento é o candidato a uma cadeira no legislativo catarinense José Nei Ascari (DEM), de Grão-Pará.

Dos R$ 260 mil declarados à justiça, Zé Nei já usou pouco mais de R$ 207 mil. Ada De Luca (PMDB), de Laguna, vem na sequência, com quase R$ 235,5 mil arrecadados e pouco mais de R$ 214 gastos.

Em terceiro aparece Carlos Stüpp (PSDB), de Tubarão. O ex-prefeito já angariou R$ 77,2 mil e usou quase R$ 75 mil. Perto do investido pelos três postulantes, o restante faz a típica campanha franciscana.
Na esfera federal, Edinho Bez (PMDB), de Gravatal, é o que mais arrecadou: quase R$ 103 mil. O segundo colocado, Edson Firmino (PDT), de Tubarão, conseguiu reunir R$ 42,5 mil.

Os outros fazem campanhas bem mais modestas. O terceiro da lista, Ademir Motta (PT), de Gravatal, angariou pouco mais de R$ 14 mil. Para a vaga de governador, Ideli Salvatti (PT) é a candidata com a campanha mais poupuda. Dos R$ 171 mil que já arrecadou, gastou R$ 160 mil.