Tatiana Dornelles
Tubarão

A pesquisa eleitoral para prefeito, contratada pelo Notisul e realizada pelo Instituto de Pesquisa Catarinense, de Criciúma, agitou o cenário político tubaronense neste fim de semana. Em todos os ‘cantos’ da cidade, os comentários eram os mesmos: os números e as simulações apresentados.

Se o pleito ocorresse hoje, o vencedor seria o pré-candidato do PMDB, deputado estadual Genésio de Souza Goulart, com 55,2% dos votos. “Se comparada a outras pesquisas realizadas ano passado, o resultado apenas se confirmou. Isso reflete o reconhecimento do povo tubaronense no que se refere a todo o trabalho realizado até o momento”, analisa Genésio.
De acordo com o deputado estadual, a meta é trabalhar ainda mais para aumentar o índice de preferência. “Tinha certeza de que os números não seriam tão diferentes disso. Agradeço à população pelo reconhecimento”, ressalta.

O segundo colocado na pesquisa (20,6%), o médico e vereador licenciado Manoel Bertoncini (PSDB), diz que o primeiro item analisado por ele foi a polarização de dois nomes: o seu e o de Genésio. “São dois os nomes que estão à frente. O resultado está dentro do que esperava, vi com naturalidade e tranqüilidade a pesquisa”, revela Bertoncini.

Entretanto, reforça que ainda é bastante cedo para considerar eleição ganha ou perdida. “Há 62,4% de eleitores indecisos. Vamos trabalhar em cima disso. Os números começam a mudar a partir do momento em que o eleitor passa a conhecer as propostas dos candidatos. Sei que posso convencê-los com as propostas de governo”, garante o pré-candidato do PSDB.

Olavio Falchetti, empresário, que ocupa a terceira colocação (4,5%), está otimista quanto à corrida eleitoral. Para ele, o resultado da pesquisa está dentro da expectativa. “Meu nome não está há tanto tempo na política, como o de Genésio ou do Bertoncini, mas o índice é expressivo. Por isso, considero o resultado bom. A política é como uma escadaria. O topo só será alcançado no dia 5 de outubro”, compara.

Segundo Olavio, à medida em que a campanha ‘anda’, os números só subirão. “Quando colocarmos o ‘bloco’ na rua, a tendência é crescer. Genésio está na frente por estar mais tempo na política”, considera.