Tubarão

Como já era anunciado pelas lideranças sindicais, os carteiros decidiram pela greve em assembleia realizada na noite de quarta-feira em Florianópolis. O sindicato da categoria pretende pressionar o governo federal a abrir concurso público, o que não ocorre desde 2011, e lutar contra a privatização da empresa.

A paralisação também faz parte da campanha salarial. A categoria pede reajuste de 15% e redução da jornada de trabalho. A proposta do governo é de 9%, sendo 6% imediantamente e outros 3% a partir de 2017.

Outro tema na pauta de negociações é a cobrança dos planos de saúde, que era um diferencial na carreira dos carteiros. Além da suspensão da tarifa, os grevistas pedem aumento de benefícios como o vale-alimentação. Com a greve dos bancários, os Correios eram uma alternativa para pagamento de contas. A greve segue por tempo indeterminado. Ainda não houve negociação.