Vivendo e aprendendo (sempre)! Fui tomar um café, na semana passada, com meu amigo Vitor, e os cafés com o Vitor são sempre superprodutivos, fazem-me refletir sobre algum assunto aleatório, e sim, eu tenho um melhor amigo o qual posso debater desde as crateras da lua até sobre a vida em marte, que vou aprender algo que não sabia a respeito.

Nesse dia, o assunto em questão se iniciou quando falei (homossexualismo). Vitor logo me corrigiu me explicando que homossexualismo tem caráter de doença e quando fosse falar sobre orientação sexual, o correto é usar homossexualidade. E quantas palavras não soltamos em nosso cotidiano sem ao menos saber o seu real significado? Temos que ficar atentos. Abaixo, alguns exemplos do que estou me referindo para compartilhar com vocês, palavras que parecem inofensivas que eu usava comumente e que são totalmente preconceituosas.

Doméstica
Vem do termo “domesticar”, como se a pessoa precisasse ser “domesticada” para deixar se ser um animal.

Judiar
É um termo antissemitismo, ou seja, de preconceito contra judeus. A palavra nasceu, inclusive, com o sentido de maltratar um judeu. Evite também judiação e judieira.

Mulata(o)
O sentido nasce pejorativo já na época da escravidão, quando o(a) filho(a) do branco com a negra escrava passou a ser chamado de mulato(a), fazendo referência ao filhote do cavalo com a jumenta: a mula.