O tema “volta às aulas” volta e meia está em discussão. Seja na imprensa ou nas rodas familiares, esta é uma condição aguardada por muitos. Contudo, enquanto muitas famílias demonstram entusiasmo com esta possibilidade, outras reportam medo e insegurança.

Aqui na Cidade Azul e também na maioria dos municípios de Santa Catarina, há grupos trabalhando com o propósito do retorno. Poder público, pais, alunos e demais setores estão se organizando para buscar soluções que garantam a segurança necessária para toda a comunidade escolar.

Acontece que, por mais desejada e necessário que se faça esse retorno, precisamos ficar atentos a algumas sinalizações. Em Minas Gerais, por exemplo, a “Justiça manda suspender volta às aulas presenciais” (Agência Brasil 06/10/20). Nos Estados Unidos, “Prefeito de Nova York planeja novo lockdown para conter coronavírus” (Exame 04/10/20). Na Europa,  “Covid-19: Segunda onda faz países da Europa limitarem horário de comércio” (Veja 04/10/20).

 

Volta às aulas?

Trago esta reflexão para a coluna de hoje não para ser negativo. Até porque, também anseio muito pelo retorno efetivo das aulas presenciais, sejam elas híbridas ou não.
Mas sim, para que pais e familiares fiquem atentos.

Porque mesmo com um eventual retorno em breve, devem considerar que ele poderá ser só provisório. E trago esse assunto por que houveram mudanças profundas nas estruturas familiares para poder acompanhar e até mesmo ficar com as crianças em casa.

E certamente, tão logo as aulas retornem, esses arranjos serão desfeitos. Vamos torcer para que a tão desejada e esperada volta às aulas de fato aconteça, e que seja permanente. Mas não vamos deixar de ficar atentos e preparados para um eventual retrocesso.

 

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