No próximo dia 15 de novembro ocorrem as eleições 2020. Onde serão escolhidos os prefeitos e vereadores para os 5.570 municípios Brasileiros.  Até aqui nenhuma novidade, pois estas já ocorrem regularmente de 4 em 4 anos há muito tempo.

Contudo, neste ano as campanhas estão sendo um tanto quanto diferentes, visto as restrições de aglomeração e contatos mais próximos,  devido ao Covid-19. De qualquer forma, tal qual em outras áreas profissionais e  pessoais, os postulantes aos cargos aos cargos públicos também estão recorrendo ao uso da tecnologia para fazerem suas campanhas e divulgar suas propostas de governo.

Campanha eleitoral, entretenimento, trabalho, compras, dentre outros incluindo a educação, foram ressignificados em 2020 com a adoção maciça da tecnologia. Só assim estão conseguindo cumprir seu papel com um mínimo de normalidade.

E por falar em educação, esse é o ponto que quero chamar a atenção neste texto. Pois segundo o IBGE no mês de setembro de 2020, mais de 6,4 milhões de estudantes ficaram sem acesso a conteúdos escolares. E aqui não estamos falando de aulas presenciais ou  virtuais, e sim, do acesso a materiais de estudo. Fossem eles digitais ou analógicos, para serem lidos no computador / celular, em papel, ou ouvidos pelas ondas do rádio.

Dentre as redes de educação, as com maior dificuldade de levar o conteúdo aos seus alunos são as redes municipais de educação, seguidas pelas redes estaduais, e em alguns casos até mesmo em algumas escolas / universidades federais.

Tendo em vista que por mais que estejamos tentando levar uma vida normal, a pandemia não dá sinais de acabar tão logo. Os casos continuam surgindo, novas paralizações na Europa, e dúvidas em relação ao que esperar de 2021.

Sendo assim, nada mais prudente de que avaliarmos quais são as propostas para a educação que nossos candidatos estão trazendo. Seja para o modelo analógico, mas sobretudo para a Educação Híbrida que deverá permanecer em 2021-22-23-[2Knn].

Não se esqueçam que o “papel aceita tudo”, digo, o “WhatsApp aceita tudo”. Então, para as eleições 2020 analisem se o que está sendo proposto é factível. Faz sentido. Se o município terá condições de implementar o que o candidato apresenta. Por vezes se propõe “mundos e fundos”, mas por questões técnicas e orçamentárias, torna-se completamente inviável.

O futuro da educação nos próximos anos depende de nossas escolhas hoje.
Avalie. Compare. Escolha conscientemente.

 

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