Encontrar chaves, bolsa, e até o carro, pode se tornar muito mais fácil com a nova AirTag da Apple. Depois de muitos anos de expectativa e suspense, enfim a Empresa da Maçã anunciou suas Tags de rastreamento pelo valor de U$29,00.

Infelizmente aqui no Brasil esse preço depois da conversão e aplicação dos impostos, passa para em média R$329,00 (nas lojas paralelas) a R$369 na loja oficial. E agora oficialmente a partir desta semana está a venda com previsão de entrega para o início de junho. Mas será que valem o investimento? E como elas funcionam?

 

O que é a AirTag

Do tamanho de um botão grande e alimentadas por uma  bateria CR2032, dessas que se encontram em qualquer loja, promete rastrear objetos em qualquer lugar do planeta por até um ano. Estando próximo ou não do telefone do proprietário. Basta para isso, ter algum aparelho Apple nas redondezas. Sejam eles iPhones, iPads, MAC, ou iTouch e que estejam com a conexão Bluetooth ativada.

 

Como Funciona a AirTag

Diferentes tecnologias são empregadas para que ocorra a localização. Todas integradas ao aplicativo Find My da Apple. O chip no seu interior usa uma frequência entre 6 a 8,5 GHz para transmitir um sinal para o aplicativo da Find My. Frequência essa que permite ao sistema identificar com mais precisão a localização da Tag.

Caso não estejam próximas ao telefone do proprietário, utilizam a tecnologia Bluetooth para se comunicar com outros aparelhos Apple, e por meio desses enviar sua localização para seu dono. Para quem está temendo sua segurança e quebra de privacidade, a Apple garante que toda comunicação da AirTag é feita de forma criptografada. Ou seja, todas as informações são codificadas de ponta a ponta. Em teoria, não sendo possível ser rastreado por mais ninguém além do próprio dono da AirTag.

 

Como ocorre a localização

A partir do iPhone 11 a busca torna-se precisa graças ao processador U1. Mas, em aparelhos mais antigos essa busca também é facilitada por meio da medição do sinal Bluetooth entre a AirTag e o telefone. Funciona como uma espécie de “frio, morno, quente, achou!”.

Mesmo longe, a AirTag continua localizável. Em qualquer parte do planeta. Pois, continua enviando um sinal criptografado via conexão Bluetooth que é detectado por outros aparelhos Apple próximos. Estes que por sua vez, enviam a sua localização para quem estiver tentando localizá-la.

Contudo, se não tiver nenhum aparelho próximo no momento, poderá ser acionado o “Modo Perdido”. E assim, quando detectada por algum aparelho na rede seu dono é notificado. Ainda que a segurança e privacidade sejam seus maiores argumentos, também é possível configurá-la para compartilhar suas informações com quem a encontrá-la.

Bastará tocar nele usando um smartphone compatível com a tecnologia NFC. De acordo com a Apple caso uma AirTag se mistura com suas coisas por exemplo, depois de um tempo seu iPhone a detecta e envia um alerta.

E mesmo assim caso não seja localizada, passará a emitir um bip para mostrar onde está. Mas isso só acontece caso ela se separe do seu “dono” por muito tempo. Levando a privacidade dos seus usuários a sério, a Apple anuncia que nem mesmo ela consegue rastrear os dados de localização da AirTag, nem mesmo sua identidade.

 

Personalizáveis

Apesar de no Brasil nem tudo estar disponível, é possível personalizar a AirTag com chaveiros e até mesmo gravações. Claro, novamente se considerarmos o valor dos assessórios no Brasil em relação a outros países, aqui será muito mais caro.
E você se interessou por este novo acessório da Apple? Pretende comprá-lo em breve?

 

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