O estresse vem sendo citado como uma epidemia global que atinge grande parcela da população, uma vez que representa uma forma nossa de adaptação e proteção do corpo contra agentes externos e internos. Durante a pandemia do Coronavírus, frequentemente estamos em estado de alerta, preocupados, com pensamentos confusos, tristes, angustiados ou com uma sensação de falta de controle frente às incertezas.

O termo stress foi usado, na área da saúde, pela primeira vez, em 1926 por Hans Selye, que notou que muitas pessoas sofriam de doenças físicas e reclamavam de sintomas em comum, tais como: falta de apetite, hipertensão arterial sistêmica, desânimo e fadiga.

O estresse inicialmente era descrito como sinônimo de pressão, fadiga e cansaço. Foi baseado em Hans Selye, pioneiro no estudo, que o estresse foi definido como um conjunto de respostas do organismo quando submetido a uma mudança, uma situação inesperada e que exigia adaptação. Essas observações geraram pesquisas médicas que resultaram na definição de estresse como um desgaste geral do organismo.

Décadas depois, esse tema ganhou uma abordagem emocional com Lipp que definia o estresse como um conjunto de reações não só físicas, mas também, mentais e emocionais, desencadeadas pelo organismo quando confrontado, considerando-o assim, como o resultado de uma interação entre a pessoa e o mundo em que ela vive. Em resumo uma situação que desperte uma emoção forte, boa ou má, que exija mudança, irrite, amedronte ou excite, é uma fonte de estresse.

Com certeza, as circunstâncias atuais geradas pela epidemia tem sido fonte de estresse para muitas pessoas. É preciso avaliar qual a hora de procurar ajuda profissional para cuidar da nossa saúde, seja um naturólogo, médico ou psicólogo. Podemos levar em consideração critérios para determinar se uma reação é considerada normal ou está se tornando sintomática e precisará de cuidados especializados como: sintomas persistentes; sofrimento intenso; complicações associadas (por exemplo, conduta suicida); comprometimento significativo do funcionamento social e cotidiano; e dificuldades profundas na vida familiar, social ou no trabalho.

A Naturologia e suas terapias podem ser de grande valia no gerenciamento e enfrentamento do estresse. Com o isolamento “social”, deve-se priorizar os tele-atendimentos, evitando com isso o contato entre o naturólogo e o interagente (paciente). Para isso, as principais terapias indicadas são: plantas medicinais ou fitoterápicos, aromaterapia (óleos essenciais), Terapia Floral, meditação e terapias mente-corpo (yoga, técnicas de respiração, visualização), outras terapias, bem como o trabalho de educação em saúde, com estímulo ao estilo de vida saudável.

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