A coordenadora de Comunicação Científica e médica veterinária da Equilíbrio (Total Alimentos), Bárbara Benitez, lista o que você precisa saber sobre os cães senis:

1 – Idade. “Em média, os cães de porte pequeno a médio mostram sinais de envelhecimento aos 7 anos; os de grande porte ou gigante, aos 5 anos.”

2 – Sinais de envelhecimento. “Com o passar dos anos, o cãozinho pode apresentar pelagem mais seca, ganhar peso, tende a perder um pouco a musculatura e também pode ter problemas digestivos, mas tudo isso pode ser controlado com uma dieta balanceada e de qualidade.”

3 – Alimentação. “A alimentação adequada é uma grande aliada para amenizar os sinais de envelhecimento. O indicado é que o tutor ofereça rações super premium, que contêm proteínas de qualidade, fundamentais para a manutenção do tônus muscular. Também é importante oferecer alimentos que tenham níveis equilibrados de antioxidantes (vitamina E e Selênio), que retardam o envelhecimento das células e ômegas 3 e 6, que têm ação anti-inflamatória.

4 – Comportamento. “Os cães senis são mais calmos e têm menos energia que os mais novos. Mesmo assim, continue incentivando a atividade física de seu cãozinho e brincadeiras, mas respeite o novo tempo dele. Esse cuidado ajuda a evitar sobrepeso, muito comum nessa fase da vida.”

5 – Saúde cardíaca e renal. “Os níveis de sódio e fósforo dos alimentos para cães senis precisam ser adequados, reduzidos para auxiliar na manutenção da saúde dos rins e do coração. É importante também que o alimento contenha ingredientes funcionais, como a L-Carnitina e Taurina, que também ajudam na saúde cardíaca.”

A médica veterinária ressalta a importância das visitas ao veterinário. “Elas podem contribuir para uma vida mais saudável e para a longevidade, uma vez que o clínico poderá detectar doenças precocemente e indicar o melhor alimento para esta fase”, explica Bárbara.

 

3 maneiras de medicar o seu gato
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O veterinário do seu gato receitou um remédio e você está com dificuldades de fornecer? Calma, para deixar todas as mamães bem tranquilas, dizemos que não é impossível fazer isso sozinha e em casa.

É verdade que os gatos apelam para a desobediência nesse momento, pois é de sua natureza serem desconfiados e ter aquela patinha atrás com atitudes consideradas suspeitas.

Pensando nos tutores, o médico veterinário da Max Cat e gerente nacional da Total Alimentos, Marcello Machado, fez uma lista mostrando como dar a medicamentação para seu felino!

1 – Remédio líquidos e/ou xaropes: Introduza o remédio com a ajuda de uma seringa própria para o felino. É importante medir a quantidade receitada pelo veterinário, pois assim você evita que ocorram intoxicações e outros acidentes com o seu gato. Pegue-o no colo, faça bastante carinho e deixe um petisco sempre à vista, assim você fará com que seu pet associe o remédio a uma recompensa positiva ao final de todo o processo. Mantenha sempre o diálogo com seu pet e, quando ele estiver tranquilo, puxe o lábio dele e apoie o bico da seringa. Pressione lentamente a seringa para que o peludo não engasgue e para que o animal ingira o líquido de forma gradativa. Evite que o felino tenha reações físicas, pois é perigoso machucar o pescoço ao tentar escapar. Outra dica é embrulhá-lo em uma coberta para que fique bem confortável e evite que você seja arranhada com as garras do gato.

2 – Medicamentos sólidos: Dar um remédio em forma de comprimido para um gato não é tão amistoso como ocorre com um cão, pois os felinos são mais ariscos. Uma dica é misturar o comprimido em algum alimento de que o gato goste muito, por exemplo um petisco mais macio ou até mesmo Max Cat Patê. Dê um pedaço sem o remédio, depois ofereça o pedaço com o comprimido escondido e por último dê outro sem nada. Espere e certifique-se de que o pet engoliu tudo. Outra forma é pegá-lo de costas para você, colocá-lo entre suas pernas, segurar a cabeça e colocar o medicamento bem mais do que a metade da língua – segure a boca para que ele engula. Essa é uma maneira interessante e que evita que o felino fique exaltado e machuque você sem querer, pois quando o gato não encara o tutor é menos provável que ele fique estabanado e/ou agressivo.

3 – Remédios pastosos: Os remédios em pasta têm sido os mais indicados para os felinos, sendo também a forma mais tranquila de fornecer a medicação para o peludo. A pasta pode ser passada nas patinhas, pois instintivamente o gato tende a lamber. Outro ponto bem estratégico é no focinho. Nesses casos, a única preocupação é verificar se o pet lambeu toda a pasta e não deixar que a medicação caia sem antes ele ter lambido completamente. Para facilitar mais ainda, no mercado existem os aplicadores de comprimidos. Eles introduzem o remédio diretamente na garganta sem que o pet sinta o gosto da medicamentação.

 

Destaque da semana
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Aumigos, o destaque desta semana é a  Mel, uma vira latinha linda de apenas cinco meses. Sua mamãe Carla Goulart me contou que a Mel é muito brincalhona, adora correr e brincar com sua irmã humana. É muito carinhosa e adora dormir ganhando um cafune. Oh fofura!

 

Dica
Se você puder colocar água e ração a um cão de rua, faça. É uma iniciativa que infelizmente poucos têm, mas que salva a vidinha destes anjos de quatro patas. Com os dias mais frios que estamos tendo as Ongs precisam de doações de caminhas, casinhas, cobertores e ração. Nossos peludos também sentem sede e fome. Acolher quem necessita é um ato de amor. Vamos fazer uma corrente do bem e ajudar estes seres que transformam nossas vidas.

 

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