A infecção urinária tem levado muitos cães aos consultórios veterinários, de acordo com especialistas. Geralmente, a doença causa muita dor. Por isso, é necessário que os tutores estejam sempre atentos a alguns sinais, para saber se há algo errado com a saúde do seu bichinho de estimação. Sintomas como dificuldade para urinar e aumento da frequência, urina com coloração escura, forte odor ou com sangue, perda de apetite, apatia e febre indicam que o animalzinho deve ser levado imediatamente ao médico veterinário para avaliação e tratamento.

De acordo com Ricardo Cabral, médico veterinário da Virbac, empresa multinacional francesa dedicada exclusivamente à saúde animal, a doença é provocada pela entrada de microrganismos, normalmente através da uretra. “Essas bactérias costumam se alojar na própria uretra ou na bexiga. Em alguns casos, elas podem subir pelo trato urinário, provocando outras complicações à saúde”, explica. “Esse problema é mais comum nas fêmeas, por características anatômicas como uretra mais curta e acúmulo de sujidades na vulva. Cães em idade avançada ou portadores de doenças como diabetes e inflamação da próstata também têm mais chances de contrair a doença.”

Tratamento e prevenção:
O diagnóstico é feito após uma avaliação clínica, onde podem ser solicitados exames de sangue, urina e de imagem. O tratamento varia de acordo com o estado do animal e com o tipo de agente causador da infecção, podendo ir desde uma terapia medicamentosa até a necessidade de uma eventual internação para que o cão seja monitorado. Podem ocorrer reincidências e, nesses casos, uma investigação mais cuidadosa é fundamental.

A cefalexina é um dos princípios ativos de escolha para o tratamento da infecção urinária em cães.

A Virbac conta com o Rilexine Palatável, medicamento a base de cefalexina micronizada, que minimiza possíveis efeitos colaterais, normalmente ocorridos em tratamentos com este antibiótico, como náusea e vômitos. A atividade terapêutica e a característica pouco tóxica tornam o medicamento indicado para tratamentos prolongados, inclusive para animais debilitados e fêmeas gestantes.

Cães sedentários, que ingerem pouca água e mantêm uma dieta desequilibrada são mais propensos à doença. Outros cuidados que devem ser observados se referem à higiene do animal e do local onde ele fica. Além disso, visitas periódicas ao médico veterinário ajudam a diagnosticar precocemente o problema.

Dica
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