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Vivemos num país que faz de conta que é sério, faz de conta que é honesto, faz de conta que é justo, faz de conta que é democrático, mas tudo isso não passa de um grande engodo. Estamos na verdade, divididos em castas, xenofobia, racismo e violência, epistêmica e estruturalmente. Para que não pese na consciência de ninguém, somos hipócritas também.

Mas de onde vem toda essa perversão, e em que ela se assenta? Em nossa orfandade. Negação da origem, maternidade e identidade. Dom Pedro, proclamou, mas quem realmente assinou nossa Independência foi uma mulher, em 02 de setembro de 1822. Apenas recentemente, foi que pesquisadores se ocuparam de realmente saber quem era essa mulher, como era sua personalidade.

Maria Leopoldina Josefa Carolina, primeira Imperatriz do Brasil, nasceu em Viena, em 1797 e faleceu no Rio de Janeiro em 1826. Seus pais foram Francisco Iº, da Áustria e Dona Maria Isabel de Bourbon, de Nápoles, Itália.

Ela tinha interesse em vários assuntos, como artes, botânica e mineralogia, o que lhe conferia um conhecimento incomum para as mulheres de sua época. Essa mulher, como bom nativo do signo de Aquário, também teve um relacionamento incomum, dada a sua real origem familiar, visto que se casou para viver e ter filhos em outro continente, completamente distante e diferente de um reinado europeu.

Em sua Carta natal, Júpiter encontrava-se no signo de Peixes, numa oposição clara com o Planeta Urano em Virgem, que viria mais tarde a ser o significador de seu maior feito, a assinatura da Independência do Brasil.

O Brasil nasce virginiano, com ascendente em Sagitário. Analisando o Mapa de D. Pedro, não se encontra tamanha significância e ligação astrológica mais forte do que os aspectos indicados pelo mapa de D. Leopoldina.

Como ela morreu precocemente aos 29 anos, no dia 11 de dezembro de 1826, sistemicamente falando, foi aí que ficamos órfãos. Órfãos de uma mãe que morreu muito jovem, que não assistiu a seu rebento na infância e nem o educou a ponto de fortalecer em nós uma identidade, um sentido maior de povo, família e nação.

Só mesmo a orfandade poderia explicar tamanho abandono por toda nossa história, cultura e formação étnica. Fomos criados por madrastas bruxas e seus rebentos bastardos e futuros capitães do mato.

Atualmente, o Brasil passa pelo seu aniversário, período que predispõe a mais completa revisão de nossos propósitos, conceitos e preconceitos. Num alinhamento mais condizente com o futuro do resto do mundo. Ficar de fora não é opção. Ser um país onde se possa sonhar e transformar nossos ideais em realidade.

Urano é quem está nos ajudando nesse inferno astral nacional. Há outros planetas que também concorrem para esse momento de colisão, mas de ideias, emoções, valores e de comportamento, tudo em transformação. Urano, Lua e Plutão.

Nosso físico, emocional e psíquico, recebendo cargas de atualizações, fortes demais para o imunológico, de pelo menos, meio milhão de nós que não resistiu. Ficou difícil demais para aguentar.

Apesar dessa imunidade instável, a vontade geral é de uma nova Independência que almeja se separar de um passado sangrento e tentar coisas novas. Aumento do desejo de perturbar e mudar as coisas. Isso levará muita tensão nos relacionamentos humanos nos próximos dias, mas as comunicações serão facilitadas, as conexões de todos os tipos, e um entendimento maior, apesar do caos, a tendência é de projetar nas mentes, principalmente, depois da passagem do dia da Independência (2), uma corrente de pensamento mais autônoma em relação à tradição e a ordem estabelecida.

Um reencontro com a identidade perdida.

Luiz Henrique Astrólogo
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Tarô; Astrologia; Constelação Arquetípica;
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