O vírus responde a um tipo de solicitação, de baixa frequência a qual nos deixamos induzir. O suprassumo, o resíduo final, uma doença on delivery, de tanto a gente se querer mal. Vem ao ponto, bem ou mal passada ao gosto do anfitrião.

Nos encontramos encurralados no beco da total falta de parâmetros. Precisamos fincar novos e próprios limites de novas garantias de vida. Essa violência diária, vertida na mídia venal, verbal e escrita, desloca-nos a lógica dos acontecimentos. Um escorregão no tempo onde a gente não vislumbra mais nenhum futuro.

Se nós não temos um futuro a ser sonhado, não teremos como parar de repetir o passado, isso é automático. Estamos afundando, presos na areia movediça de nossa própria psique, castrados de qualquer esperança num futuro plausível.

É muito pouco viver apenas com a certeza da morte. Pior que isso é estarmos sendo riscados do mapa do futuro do mundo. Hoje é o futuro de ontem que é o passado de amanhã.

2021 é futuro de 1900, mas é passado de 2100. Eis as questões: O que estamos fazendo?
Qual a via que estamos pavimentando rumo ao futuro? Tecnologia de última geração para geração última?

A ansiedade ao alcance dos dedos de quem ainda nem aprendeu a falar, mas que já tem um celular. Melhor isso que uma crise de abstinência, segundo os pais. Que futuro hein!?! Você nem cabe nele, você não está se desenhando dentro dele. Como você espera estar lá?

A desordem causada por Netuno em quadratura aos nódulos lunares nos traz a conta de tanto desvario. Enfrentar a frustração das falsas convicções que encerraram nossas mentes dentro desse enorme pesadelo que, para sair teremos de aprender a olhar para um futuro desejável de todo mundo.

Onde um sem-número de pessoas desconhecidas e diferentes sejam incluídas. O fim da autoagressão. A Natureza em sua vaidade, quer variedade para ficar ainda mais bonita.

 

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