É uma palavra que não tem tradução em outros idiomas, e a partir de agora ganha tons mais tristes na língua que falamos. Em momentos como esse, em que somos tomados de assalto com tanta brutalidade, somos obrigados a estender nossa compreensão, fazendo um movimento muito profundo e para dentro, pra conseguir suportar e não enlouquecer….

Como é possível se fazer uma coisa dessas? A violência é sempre o fim, nunca um meio. Apenas os fins nefastos justificam quaisquer meios. Inconsciência.

Para mantermo-nos dentro de certos parâmetros de convivência civilizada e pacífica, faz-se necessário estarmos dentro de uma mesma gama, de várias e várias frequências que mantêm nossos neurônios informados de que estamos numa realidade compartilhada.

Numa mesma faixa, acontece a convivência. Fora disso, não. Há no entanto, entre nós, aqueles que não conseguem ficar dentro desses parâmetros de realidade, sofrem variações dessa mesma frequência, a muitos e muitos graus abaixo do espectro que habitamos.

Atuados por interferências externas que distorcem a percepção de forma muito negativa. Com isso conseguem negar e reduzir completamente sua zona de humanidade. Nem o filho do porteiro escapa.

Mas isso, não se dá de repente, vem de uma construção que vai se dando por etapas, ao longo de muito tempo de curtimento no ódio e desprezo pelo semelhante. Agem de um ponto externo, a margem da realidade, entre o obsceno e a egolatria.

São capazes das maiores atrocidades. Estão sempre a nossa frente em sua maldade, pois o bom senso não as limita. Inevitavelmente essa é a pergunta que a esfinge faz a toda uma nação. Decifra-me ou eu te devoro.

Perdido nesse labirinto com minotauro e tudo, encontra-se João, “o João ninguém”, aquele das estatísticas e dos CPFs cancelados, dos últimos chacinados. Estamos dentro de um conflito ou há um grande conflito dentro de cada um de nós?

A Lunação que inicia em trígono com Plutão, o planeta da morte e da transformação e a Lua, que representa a população, estará prestes a receber durante todo esse mês lunar, cargas muito profundas e fortes de atualização (Plutão) sobre a vida e nossa sociedade (Lua).

Vive-se de fatos ou de expectativas? De esperanças no porvir ou de confiança construída no aqui e agora? Viver de verdade ou de replicar algo que já está programado?! Sempre se matou muito nessa terra e como legado ficou pesado demais, para se continuar com isso.

Paralelamente Plutão também faz trígono com o Sol, que permite a iluminação das trevas da ignorância até mesmo dos mais cegos. Mercúrio também em trígono com Saturno indica um salvo-conduto através da comunicação voltada para descobertas e autoconhecimento, melhorando nosso discernimento sobre o que é verdade e o que é mentira.

 

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