É público e evidente, onde falta consciência, sobra autoritarismo.

Há uma guerra acontecendo, de narrativas? Não, é bem mais do que isso, trata-se da posse das identidades, a subtração do sujeito da cena, em seu próprio ‘habitat’. Se não existe, não conta, se morrer, acabou, ponto. A tragédia anunciada, a roleta russa, a piada pronta, o pacto com a morte.

Aponte a ponte que eleva para outra sorte, o caminho seguro é o presente, de instante a instante, que você vai se acostumar a crescer, sem parar de aprender todos os dias da sua vida algo novo, daqui a até o futuro que começou agora.

Pense em algo inusitado que nunca aconteceu antes e rumamos para lá, em Touro, onde está Urano, desde quando começou essa bagunça. Agora com o Sol, Vênus e Quiron em Áries e Marte em quadratura com Netuno e um presidente ariano.

Deste lado da balança, Marte, que representa a força, tende a usurpar poderes constituídos e o conservadorismo, representado por Saturno. Mas o prato da balança que começará a pesar será o de Urano em Touro, significando que em menos de trinta dias teremos verdadeiras inversões das peças do tabuleiro. Com a presença de Urano, os coletivos, onde estão as maiores baixas, entram em cena.

 

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