O aumento de 1,5°C no aquecimento global, devido exclusivamente a atividade humana, mostra que, quanto mais sobe a temperatura do planeta, mais desce a nossa relevância para “Gaya”. Limitar o aquecimento e evitar os impactos climáticos mais severos, depende de nossas ações.

Está se perdendo algo importante relativo à vida neste planeta. A pandemia é mundial, o aquecimento é global, nossa sociedade é narcisista e patriarcal, incapaz de enxergar além do próprio umbigo.

Se a indiferença é o verdadeiro contrário do amor, dá para ter-se uma ideia de por onde temos andado com nosso comportamento bizarro e desumano. Em meio a tudo isso é bom ter-se claro que o medo do desconhecido é uma falácia.

Todos os nossos medos são velhos conhecidos. Nós conhecemos muito bem o estampido da bala e o estalar da chibata, a tirania escancarada e o hálito pútrido do ódio que exala da manada ensandecida.

A grande descoberta é de que não ter medo do passado, evita que ele se repita, pois é de lá que vem todas as toneladas de medos sobre nossas costas. Não precisamos mais permanecer neste bullying coletivo, numa busca desesperada por um lugarzinho onde possamos sentir menos medo.

No meio de um batalhão de amedrontados, ganha quem grita mais alto de raiva, do que de dor. Da presa ao caçador, todos na mesma armadilha de um tempo que já passou, já era, acabou. A Nova Era começou, nada parecido com o que se esperava.

De qualquer forma, o novo habitante desse novo tempo tem características bem distintas das nossas, ou de uma grande parcela da população. Estamos passando por um justíssimo aperto, levado até as últimas consequências por nós mesmos.

Por ora tomados de assalto pela falta de planejamento diante de coisas como a quantidade absurda de gente que morreu, que moravam a duas quadras daqui e você nem conheceu. Tão anônimos quanto eu.

Com o Sol em oposição a Júpiter, teremos que reexaminar com máxima atenção todas as escolhas que fizermos, de amor, de vida, carreira e o que mais for, pois tudo agora passará a ter outro valor. Vênus em Trígono com Saturno, reforça nosso bom senso em coisas como a filosofia, a lei e a verdade.

Na contrapartida, temos Marte se opondo a Netuno, o que permite a aproveitadores conduzir as massas para o desfiladeiro emocional, cheios de ideias que não correspondem aos fatos, mas, ”O Tempo não para“.

 

Luiz Henrique Astrólogo
(48) 99623-6232 (Whats) Presencial/Online
Tarô; Astrologia; Constelação Arquetípica;
Numerologia; @boaastrologia

 

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