#Pracegover Na foto, pessoa jogando em um celular
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Um mundo estável, onde existe recompensa justa pelo esforço, ou o seu contrário, isso nos games também tem, ou seja, nossas crianças e até mesmo, adultos, se tornam sujeitos (jogos em 1ª pessoa), em pautas escritas para eles, mas não por eles. As crianças não se sujeitam mais aos pais, mas estão se sujeitando a quem e por quê?

As velhas pautas que serviam para nos parametrizar, não são mais as mesmas. Falhamos em lhes fornecer isso, e claro, ficou cada vez mais difícil em um mundo de valores cambiantes. O “fio de bigode” perdeu feio para as fake news.

Os valores que estão vigendo agora saem dessas novas pautas, por isso tanta coisa absurda em voga. Na vida real, que é a dinâmica da luz, não há pautas, tudo muda o tempo todo, e erramos, justamente para aprender isso, só os burros não erram. Bem nesse ponto reside o nó da questão, é preciso muita “convicção”, e isso sobra em quem não muda. Sábias palavras de Odorico Paraguaçu: – “A ignorância é o que atravanca o progresso”. E essas pautas todas mudaram sem ter resolvido nenhum de nossos problemas crônicos, que agora estão ainda maiores/piores. Como no caso do Fungo Negro, uma ascensão em escala da doença, que agora já mobiliza outras cadeias de seres vivos. Mas somos nós que estamos morrendo.

Então menos ideologia, menos filosofia furada, menos convicção, John e, mais clareza e consciência, as coisas não mudarão sem ter que se por o pé na realidade dos fatos. Isso fica além das crenças.

Adultos e crianças, cada um pra cada lado com seus celulares na mão jogando no console do medo. O nome do jogo é pesadelo, desesperados por qualquer quantidade mínima de estabilidade. Falhamos nisso miseravelmente. Que futuro representamos para a década de 20 e que passado seremos para 2100?

Não temos sido eficazes em dar estabilidade mínima para nossas próprias crianças, quanto mais para o resto. Permanecemos cativos fugindo para um mundo virtual sem aprender, sem compreender, sem entender e sem resolver nada do tecido da realidade. Como falar de futuro, sem se distrair do presente? Que os astros nos ajudem…

Esta é uma interpretação arquetípica dos aspectos formados entre Saturno e Urano, Marte e Plutão, Mercúrio e Netuno, na passagem do Sol pelo terceiro decanato de Gêmeos.

Luiz Henrique Astrólogo
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Tarô; Astrologia; Constelação Arquetípica;
Numerologia; @boaastrologia