Não tínhamos que nada, porque éramos apenas o que precisávamos ser. Não devíamos nada a ninguém. Agora, que já não somos, como ficou pública e mundialmente demonstrado, temos que lutar para voltarmos a ser civilizados, reeducar os bárbaros, para nos entender.

Nossa consciência deveria ser inviolável, algo inexpugnável, como um cofre em que somente você deveria ter a chave, o segredo, que em hipótese alguma poderia ser revelada a alguém. É disso que se trata a tal “Guerra Híbrida”.

Os algoritmos estão aí, a nos dirigir, segmentando, demonstrando, a todo momento, todas as nossas fragilidades, numa espécie de menu de classificados, disfarçados como “preferências”. Parece até um filme de ficção científica, de invasão alienígena, só que não é.

A falta de educação vigente serve bem a esse propósito, ninguém mais precisa pedir licença para nada. Cargas diárias de estímulos deletérios da personalidade humana, fazendo com que a violência ganhe contornos nunca vistos antes. Nisso, nos refinamos muito, matamos até com drones.

Com o advento da internet, a nossa carga de simbolismos de raça, de religião, de ideologia política e mais um monte de outros símbolos, que nem sabemos como decifrar, passaram a nos bombardear diuturnamente: “-De o seu click aqui e receba a sua ração diária daquilo que queremos que você faça”.

Odeie alguma coisa, indigne-se e depois saia, compre algo, consuma, só pra relaxar. Nós não estávamos preparados para isso. O tamanho do buraco entre as gerações de 60/70 e os millennials, a internet e, agora mais recentemente, os filhos deles, os nossos netos, que, quer saibamos ou não, também estão sob risco.

A carga simbólica despejada sobre eles é brutal, não passa pelo crivo de ninguém. Ou seria necessário perguntar ao poderoso GAFA (Google, Amazon, Facebook, Apple), se eles estão cuidando bem de nossas crianças!? afinal eles os têm acompanhado, muito mais do que seus próprios pais.

Por trás de toda essa I.A. opera a consciência de um sujeito. O dono da marca. Que seja ele quem for, a mente ainda será a mesma, a mente do homem, mesquinha, egoísta e sorrateira.

Estamos recebendo muito mais informação do que podemos dar conta. Sujar e entupir as vias de informação, criar um estado psicótico alterando a percepção da realidade, onde a consciência não entra, é só entretenimento e espetacularização da tragédia. A “I.A” e a burrice controlada.

A panela de pressão começará a apitar com essa Lua Nova. Serão pelo menos duas semanas de fervura máxima, período que se segue com as conjunções da Lua, de Marte, de Mercúrio retrógrado e Urano, todos na mesma panela.

O fim da vida no universo paralelo de muita gente. A difícil constatação de que se perdeu muito tempo criticando, enquanto havia tanto que poderia ser feito. Isto pode marcar o ponto de virada conceitual de muitas cabeças, afim de que não rolem na ladeira da insanidade, porém a falta de estrutura psicológica, poderá atingir seu cume, com zumbis e aliens nas ruas procurando cérebros e votos para se alimentarem.

 

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