Quanta coisa a bem pouco tempo atrás, acreditávamos ser a mais pura verdade, e que agora não representam mais nada. O que aconteceu, o que houve? Não importa quanto os generais conspirem, nem quantos deixarão de contabilizar votos, nem quem venha a ganhar essa eleição. Há um novo fator contabilizando em nosso destino, que nem de longe tem sido observado, a consciência de nosso verdadeiro papel neste planeta que atravessa o seu maior paradigma, o de ocupar verdadeiramente o nosso lugar e função na escala planetária. Essa consciência não precisa de mais tecnologia, nem de tanta engenharia, nem da economia nos moldes que estão agora, e talvez seja esse o motivo porque está tudo dando errado. 

Vivemos a sociedade do cansaço, que está cada vez mais perdendo espaço para os robôs de carne e ossos, os seres autômatos humanos. Ainda assim, teremos de decidir se fazemos ou não parte do pacto humano desse enlace de vida entre a Terra e o Sol. Eras glaciais e terremotos não foram capazes de exterminar com tanta eficácia quanto nós, que conseguimos acabar com 50% das espécies vivas do planeta nos últimos 50 anos. Alguém quebrou cláusula contratual. Os dados assustam, mas dá para piorar, basta que você escolha mau. O cheiro ainda deverá estar forte depois que este mês devastador passar, por conta de Mercúrio em quadratura com Saturno dar voz ao mais retrógrado que há dentro nós, e isso vale até o meio do mês. Hora de revisar e reintegrar os valores que ainda temos por resolver, não se vive e nem se morre mais pelos mesmos motivos que antes. O pânico moral como forma de justiçamento fere e sufoca sempre os mesmos.

Desde 97 deu-se início a uma geração de seres humanos voltados completamente para o futuro, não há passado e se houve não importa mais. Há uma grande lacuna entre as gerações que agora com esses aspectos ficam escancaradas, o conservadorismo saturnino e o movimento rápido e adaptativo de Mercúrio, o antigo e o novo. Nem certo nem errado, apenas questão de equilíbrio. Nem por isso, mais fácil, há uma liberação de sentimentos internos que antes estavam reprimidos por um senso comum que hoje confronta-se com uma geração que está apenas para se divertir e não para encampar causas humanitárias. Há um grande potencial de realização nessas pessoas, porém carente de uma direção e expressão criativa. Neste ponto talvez Vênus possa nos ajudar em um trígono com Urano. Há um novo sentido nas palavras, uma nova língua, mas que ainda não aprendemos a falar, porque desaprendemos a pensar.

Luiz Henrique
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