Nesse período tão turbulento, à medida que se aproxima de Júpiter e Netuno, Vênus passa a dar as cartas. Vamos transcender a amálgama das maldições do orgulho de sermos velhacos morais. Todo mundo cobra, mas não faz, e pior, está sempre disposto a desencorajar quem tente.

“Tuas ideias não correspondem aos fatos (Cazuza) …” E ninguém poderá conter a força desse tempo de mudança, que nos exige muito mais que a violência de regimes de força.

Por mais tecnológico e moderno que pareça ser, estamos sempre imitando a natureza, que é o código mais perfeito e, tal como no ditado, “A perfeição não é deste mundo”, nossa ciência, no máximo conseguirá imitar, copiar, mas nunca criar.

Criar, é um processo divino, tem parâmetros incomputáveis, muito além da matéria visível. E não tem como ser diferente. Tudo que podemos reproduzir terá, inevitavelmente o imagético, intrauterino da natureza da qual viemos e para qual voltaremos. Mas não é só isso.

Há muitas outras sincronizações energéticas e sutis, fazendo parte desse leque de possibilidades que chamamos vida.

Mas há também o contrário disso, a depreciação voluntária do semelhante.

Aí, surge a I.A, justamente num momento de máxima burrice da raça humana. Isso é bem mais que mera coincidência. A inteligência é artificial e a burrice é concreta. São dois elementos de uma mesma equação.

Se ela fosse realmente inteligente acabava com muita gente por pura inutilidade.

“Felizmente”, a mente que deve estar por detrás de tudo isso, provavelmente, é tanto ou mais doente que a nossa…

Portanto, assim é possível compreender para que serve um imbecil, e qual a sua real utilidade. Para melhor uso, vide bula:

Um imbecil tomado sozinho, não oferece perigo algum. Mas quando em bandos, além de “passar pano”, servem para regurgitar preconceitos e toda a gama de falsos pudores em nome da “liberdade de enganação”.

Em bandos, quando sob certos sinais e estímulos, se transformam em uma verdadeira ameaça a existência de um mundo civilizado.

Isso tudo, por mais estranho que soe, pode estar a um passo de se tornar real e num curto espaço de tempo se converter na ruptura completa entre o indivíduo e a natureza. Vai dar ruim, com certeza.

Nossa existência poderá estar sob ameaça, mas jamais, a nossa essência.

Nossas decisões, agora sob a influência de Marte, devem contemplar nosso contrato com a terra, nosso direito a sobrevivência digna por entendimento e respeito aos códigos da vida.

Há também a tecnologia, que é fruto da ciência, mas não de uma consciência, que até carece de uma. Do contrário… não teremos forjado nela o respeito necessário por nós mesmos, assim, ter de exterminarmos seria até uma consequência lógica. É a nossa esfinge dizendo “Decifra-me ou eu te devoro”.

Com tudo isso, poderemos ter de enfrentar a compulsão suicida de extremistas de todos os naipes e bandeiras, inclusive as falsas.

A tática que vai estar sendo empregada como arma, será a do pânico e da desinformação.

Marte ainda reforça isto, indicando cautela nas palavras e ações. Vênus, com a lanterna na mão, ilumina o caminho para fora da caverna de Plutão, que em quadratura, batalha, mas não terá como resistir ao peso da verdade exposta à luz do Sol.

“A juventude envelhece, a imaturidade é superada, a ignorância pode ser educada e a embriaguez passa, mas a estupidez dura para sempre.”  – Aristóteles-

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Luiz Henrique Astrólogo

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Tarô; Mapa Astral; Constelação Arquetípica;

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