Existe o épico de se olhar para trás e transformar-se em estátua de sal. Nós, se olharmos para trás, ficaremos com a sensação de terra arrasada. Então temos de olhar é para frente.
A grande notícia é que estamos muito próximos do km “0”, o que muitos chamam de reset ou apagão do sistema.

Mas o que ninguém sabe, é para onde estamos indo. O curso traçado aponta para o caos e estamos com a visão turva sobre a real situação em que nos encontramos. A Astrologia pode mostrar as tendências, mas mesmo assim o arbítrio é nosso de piorar o piorado. A julgar pelos aspectos vindouros somatizados com nossas atitudes, não há como ser otimista.

A situação é um beco sem saída, enquanto insistirmos em nos referenciar no que já foi. A dificuldade em soltar tudo isso é tão grande quanto nossa autoilusão, de que somos melhores que outros, de que somos prediletos de Deus, de que os inferiores merecem tal condição.

Nesses tempos de pós verdade, onde se usam as palavras de acordo com as conveniências e não exatamente o que significam, a tal meritocracia, na verdade, serve apenas para encobrir a punição aos diferentes que não se encaixam no pré estabelecido, aliás, a pegadinha é justamente esta, ninguém se encaixa. Sobra apenas a hipocrisia de quem pensa que pode apontar dedos.

Marte chega em Gêmeos, formando um trígono com Saturno, nos dando toda a verve de dizer a verdade na cara de quem quer que seja. O óbvio agora torna-se uma evidência. É de conhecimento público o que estão fazendo com a gente. Dizer a verdade é bem melhor do que fazer guerrinhas de narrativas.

A tradição afirma que Marte é o planeta da guerra, mas convêm afirmar que há uma nova tendência astrológica que ainda está por ser percebida. Marte também é o planeta do afeto negado, do amor, do amar-te a ti mesmo como a teu próximo.

 

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