Um por ano. Talvez dois. Essa é a taxa de nascimento de pessoas com Síndrome de Down na Islândia. Mas o que o país está fazendo não é a erradicação da síndrome, e sim das pessoas com Down: 100% dos bebês diagnosticados com a condição ainda no útero são abortados no país. Os poucos sortudos que continuam nascendo não tiveram a condição detectada no exame pré-natal.
O país escandinavo, de apenas 330 mil habitantes, é o primeiro a levar ao limite uma tendência que já se verifica em outros países como a Dinamarca, por exemplo, ou Reino Unido e a França ou, ainda, os Estados Unidos. Sem tomarmos conta, estamos repetindo os erros do Nazismo: seleção de espécies. (Aleteia)