Ninguém é obrigado a entender as escolhas de ninguém, mas somos sim obrigados a respeitar as escolhas de cada um.
Boas ou ruins, bonitas ou feias, estranhas ou interessantes, são suas e não minhas, ou são minhas e não suas. Que plante e que colha. Não cabe a ninguém emitir juízo de valor sobre o peso que o outro carrega nos ombros e o que deve ou não fazer com ele. Somos plural, mas somos muito mais singular. Portanto, quando pensar em julgar alguém, comece por você. Quase sempre funciona. Se conseguir, não terá mais o que dizer do outro. Caso contrário, você não terá moral mesmo. (Passarinhos no telhado).