“Minha função aqui hoje é simplesmente indicar o paradoxo do Natal. Perceba: enquanto corremos de loja em loja, mercado a mercado, o menino repousa sereno no seu estábulo. Enquanto ficamos investigando o menor preço de um produto, site a site, o menino repousa sereno no seu estábulo. Enquanto questionamos o laço mais arrojado e o papel mais vistoso para o embrulho, o menino repousa sereno no seu estábulo.

Ah! Se pararmos para pensar, o silêncio deste menino cura as perturbações sem motivo dos adultos que, sem saber o que é Natal, deixam de silenciar-se para a realidade de Belém, para viverem perturbados com um motivo distorcido e sem valor, que o “mundo mercado” apresenta.

Que neste ano possamos atravessar o Natal das perturbações ao Natal do Menino que dorme”. (A partir de Aleteia).