Há dias que nos exigem um ato bravíssimo de coragem. Coragem para (re)começarmos, para olharmos para dentro de nós e ver aquilo que temos de pior – por mais desconfortável e doloroso que seja -, para que consigamos, enfim, perdoar a nós mesmos e finalmente seguir em frente com coragem. A cura que tanto buscamos ocorre sempre que temos um ato bravo de coragem, de encarar a nossa própria dor, e muitas vezes o nosso vazio existencial. A cura que buscamos advém da consciência de que um dia (ou uma vida inteira) sempre exigirá de nós um ato bravo de coragem. Afinal, viver exige coragem e disposição suficiente para bancarmos aquilo que nos fará felizes. (Aleteia)