A doença de se achar imortal, imune e indispensável, sem necessidade de avaliação regular. Uma equipe de liderança que não é autocrítica e não procurar melhorar é um corpo morto. Uma simples visita ao cemitério poderia nos ajudar a entender isto, colocando-nos diante do nome de tanta gente que se achou imortal, imune e indispensável. É a doença dos que se veem mandando nos outros e não servindo aos outros. É a patologia do poder, que brota de um complexo de superioridade, de um narcisismo que não deixa ver os outros, especialmente os mais necessitados. O antídoto para esta praga é a humildade; é dizer: “Não sou mais do que um servidor; só fiz o meu trabalho”. (Aleteia)