Em 2015, um estudo publicado no Journal of Research on Interdisciplinary Religion confirmou a realidade das numerosas conversões recentes do islamismo ao cristianismo: os autores, Duane Alexander Miller e Patrick Johnstone, quantificaram-nas em quase dez milhões. Outro estudo, de Dudley Woodbury, focou no que atrai esses muçulmanos ao cristianismo e descobriu que boa parte do fascínio vem do estilo de vida dos cristãos praticantes, em especial do amor que eles demonstram nas relações com os não-cristãos e no tratamento às mulheres. Há também a credibilidade da Bíblia: os muçulmanos aprendem que a Torá, os Salmos e os Evangelhos vêm de Deus, mas teriam sido corrompidos pelos cristãos. No entanto, os novos convertidos contam que a verdade de Deus descoberta nas Escrituras se tornou para eles um convincente alicerce da sua compreensão da fé e do divino.