“O pobre que explora os que são mais pobres do que ele é como uma chuva violenta que não deixa nenhum trigo.” ‭‭Pv 28:3‬

Vivemos num mundo injusto. A queda afetou todas as esferas da existência humana: tanto na relação consigo mesmo quanto com os outros.

A desigualdade traz o jugo. Tratar os outros como um objeto a ser usado para o benefício próprio mostra a mesquinhez da cultura. Pessoas deixaram de ser pessoas para viverem personagens. O aparente se tornou mais valioso que a essência.

Diante desse quadro, há um tipo de relação mais abusiva ainda: quando um abusado se torna abusador. Quando o ferido fere. Quando o amargurado se torna instrumento de amargura para o próximo.

A cura acontece quando perdoamos e caminhamos na direção oposta da situação que nos feriu. Ser um tolo nos leva a descontar a nossa dor nos outros, multiplicando a iniquidade.

No final das contas, a falta do perdão nos torna exatamente a pessoas que mais detestamos. Aquela que fere os outros.

 

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