Foto: Divulgação/Notisul
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Todas as empresas são inovadoras se for visto sobre o prisma de Joseph Schumpter, um dos maiores economistas da história e um dois pais da teoria sobre inovação. Esse entendimento é permitido porque Schumpeter e os neoshupeterianos alegam que as inovações podem ter três destinos: Para o mundo, para o mercado e para a empresa. Ao mundo, pode-se citar a invenção do automóvel, do telefone, da internet. Para o mercado, pode-se mencionar a oferta de um novo produto ou serviço para um determinado município, Estado, país. E para empresa, também chamada de inovação organizacional, pode ser a implantação de um projeto inédito àquela organização, a implementação de um novo setor, de uma atividade em consultoria, etc.. De acordo com o Manual de Oslo, a empresa inovadora é aquela que introduziu uma inovação durante determinado período. Essas inovações não precisam ter sido um sucesso comercial: muitas inovações fracassam. As empresas inovadoras podem ser divididas entre as que desenvolveram, principalmente inovações próprias ou em cooperação com outras empresas ou organizações públicas de pesquisa, e aquelas que inovaram, sobretudo, por meio da adoção de inovações (por exemplo, novos equipamentos) desenvolvidas por outras empresas.

É possível identificar a inovação empresarial pela posição da empresa no mercado, pois é pela inovação que se ganha clientes e vantagem competitiva frente aos concorrentes. Pode-se medir uma empresa inovadora pelo número de patentes e a quantidade de investimentos realizados em aperfeiçoamentos, uma vez que o conhecimento é o grande insumo da inovação. Uma das características marcantes dessas empresas é que ela está em constantes transformações, busca inovar todos os dias, de todas as formas. As organizações entendem que é preciso proporcionar a novidade para o seu cliente para satisfazer suas necessidades e expectativas. Não é preciso inventar alguma coisa para ser inovador, pode-se inovar com as invenções de outras pessoas, mudando pequenas coisas, e avançar até que se torne um círculo vicioso na organização.

Por mais tradicional que é o modelo de negócio, é possível inovar. Mesmo que seja uma nova forma de divulgar os produtos, uma nova forma de produzir, um novo espaço para receber os clientes. Mas afinal, qual é a inovação mais importante para uma empresa? Para além de inovar e de saber se ela é inovadora, é preciso saber se a sua inovação tem relevância para os seus principais valores: os clientes e seus trabalhadores.


Você sabia?

A Unisul tem um Grupo de Pesquisa em Eficiência Energética e Sustentabilidade (Greens), que reúne mais de 20 pesquisadores do Brasil, Reino Unido e Estados Unidos. Eles vêm da Unisul, Ufsc, Universidade de Cambridge (Reino Unido), Universidade de Liverpool (Inglaterra) e as suas linhas de pesquisa são: Os nexos entre água-alimentos e energia no contexto das estratégias de mitigação das mudanças climáticas e desenvolvimento Sustentável, educação ambiental e Green campus, cidades sustentáveis, justiça ambiental e refugiados ambientais.

Fique atento!

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o Instituto Tecnológico Vale (ITV) tornam pública a chamada de projetos de pesquisa que visem contribuir significativamente para o desenvolvimento científico e tecnológico, e a inovação do país no setor minerometalúrgico. São objetivos da referida chamada a promoção e o desenvolvimento de ações que visem o fomento de bolsas no setor da mineração por meio da seleção de bolsistas e de agregação de especialistas, que contribuam para a execução de projetos de pesquisa ou de desenvolvimento de tecnologia no setor minerometalúrgico. Outras informações: http://cnpq.br/chamadas-publicas.