Que pergunta difícil essa Fernando Rodrigues! Pois é. Eu sei. Dizem que passamos metade da vida resolvendo problemas. E, isso é perfeitamente humano. A questão é saber se eles merecem a atenção que lhes dedicamos. Ou seja, quanto mais tempo você dedicar ao problema, maior dimensão ele irá tomar. Se é que você me entendeu!

Ok, você já deve ter percebido que o assunto de hoje é “problema”. Ou melhor, os problemas da vida cotidiana. Eu não sei o seu, mas os meus dias são um tal de qual problema eu encaro primeiro. Não me lembro de um dia que não precisei encarar algum fato inesperado, em forma de problema rotineiro. É complicado! É ou, não é?

Porém, existe o pulo do gato! É, um jeito de lidar com a situação. Existe um ensinamento milenar deixado e registrado por Buda que diz o seguinte: “quem não sabe julgar o que merece crédito e o que merece ser esquecido presta atenção ao que não tem importância e se esquece do essencial”. Entendeu? Não? Sim? Vou deixar você pensar um momento.

Enquanto você pensa, vou trocar em miúdos. Por favor, releia o título do texto de hoje. Por favor! Releu? Ótimo. Já sabe a resposta? Então, esse é o problema que merece a sua principal atenção. Os demais, podem ficar em segundo plano. Entretanto, o ideal é focar na solução, não no problema.

Por exemplo: seu atual maior problema é estar desempregado? Se sim, ficar pensando o quão é ruim e desolador ficar nesta situação, não vai adiantar de nada. O ideal é focar em como sair desta situação. Seja metódico: Fazer ou atualizar o currículo; avisar os familiares e amigos para uma possível indicação de alguma oportunidade no mercado de trabalho; dar uma “passadinha” no SINE, ouvir as dicas da rádio; cadastrar o currículo nos sites das empresas; entregar o currículo pessoalmente quando assim for possível e etecetera e tal.

 Se esse não é o seu atual maior problema, existe outro pulo do gato! Para saber de que tipo são os nossos problemas, o psicólogo Richard Carlson recomenda que façamos a nós mesmos a seguinte pergunta: “Isso vai ter alguma importância daqui a um ano? ” Se a resposta for positiva, é preciso cuidar da questão imediatamente. Se for negativa, é melhor deixar para lá.

Dito isso, para encerar o assunto de hoje, preciso revelar que essa dica tem me ajudado um bocado. Agora, quando me deparo com algum problema durante o dia ou até mesmo a noite, faço a seguinte pergunta: Isso vai ter alguma importância daqui a um ano? Conforme a resposta, procedo como recomenda o psicólogo e sigo o baile! No mais, confio em Deus.